Propostas

O que eu quero mudar no estado

Saúde que funciona

3 em cada 4 brasileiros dependem do SUS. O orçamento passa de R$ 230 bilhões por ano — e o problema não é só dinheiro, é gestão.

Vou defender hospitais dirigidos por mérito técnico, fim da fila sem fim com plataformas regionais, telemedicina para quem vive longe de um especialista e auditoria rigorosa contra desvio.

Gestão que salva vidas. Resultado que o paciente pode ver.

Educação que liberta

Só 17,2% dos alunos do Ensino Médio brasileiro fazem curso técnico — na OCDE são 37%. Quem estuda em escola integral ganha 18% a mais no mercado de trabalho.

Vou lutar por mais ensino técnico gratuito, escola em tempo integral, alfabetização na idade certa e um currículo livre de doutrinação ideológica. Gestão escolar por mérito, não por indicação.

Educar é libertar. Mérito para os professores. Futuro para os alunos.

Segurança com inteligência

São Paulo teve os menores índices de homicídio e roubo em mais de 20 anos — resultado de inteligência e integração policial. Mas feminicídios e letalidade policial seguem crescendo em partes do estado. O trabalho não está pronto.

Vou defender mais orçamento para inteligência policial e tecnologia, integração real entre as forças de segurança, fiscalização rigorosa da letalidade policial e metas claras para reduzir feminicídio e violência sexual.

Inteligência que protege. Resultado que se vê nas ruas.

Moradia e cidade

São Paulo tem o maior déficit habitacional do Brasil: 1,2 milhão de moradias faltando e 3,6 milhões de pessoas vivendo em favelas. O problema não é falta de espaço — é excesso de burocracia.

Vou defender mais orçamento e eficiência para a CDHU, menos burocracia para construir moradia popular, regularização fundiária para quem já mora na área e habitação perto do emprego e do transporte.

Menos burocracia, mais teto. Cidade para quem vive nela.

Empreender sem medo

67% dos pequenos empreendedores que pedem crédito são recusados. 1.400 municípios ainda travam a abertura de empresas em burocracia.

Vou trabalhar por menos burocracia para abrir e manter um negócio, fiscalização que orienta em vez de perseguir, mais crédito acessível e zoneamento que facilita o comércio, não que trava.

Liberdade para trabalhar. Mérito para prosperar. Menos Estado, mais Brasil.

Mulher forte, livre e protagonista

11 milhões de brasileiras criam filhos sozinhas. Só 41% das crianças de 0 a 3 anos têm vaga em creche — e isso trava justamente a mulher que quer trabalhar e empreender.

Vou defender delegacias da mulher funcionando 24h, apoio psicossocial contínuo para vítimas de violência, mais vagas de creche e crédito facilitado para mães empreendedoras. Liderança política pelo mérito, não por cota.

Livre para escolher. Forte para vencer.

Contas em ordem, São Paulo mais forte

O Brasil pagou R$ 985 bilhões em juros da dívida — quase o dobro do investido em educação. A carga tributária já passa de 32% do PIB.

Vou defender corte de gastos antes de qualquer aumento de imposto, fim de privilégios automáticos no funcionalismo e privatização do que o Estado não precisa operar.

Menos Estado gastando mal. Mais Brasil produzindo bem.

Tecnologia contra a violência doméstica

São Paulo já tem câmeras com leitura automática de placas e bases de dados integradas, mas elas não conversam com quem acompanha mulheres sob medida protetiva.

Vou propor um protocolo para a Guardiã Maria da Penha emitir alertas rastreáveis sobre veículos de agressores, integrando GCM, PM, Polícia Civil e Ministério Público — sempre com prazo, auditoria e respeito à LGPD.

Tecnologia que protege quem já pediu ajuda.

Escolas SP

São Paulo já usa capital privado para construir escolas, mantendo o ensino 100% público.

Vou propor uma lei criando escolas geridas por parceria, com contrato de resultados: o parceiro privado é remunerado por metas de aprendizagem, nunca decide currículo ou matrícula, e o modelo começa por projetos-piloto antes de qualquer expansão.

Ensino público, gestão com resultado.

Some com a gente

Campanha se faz com gente. Acompanhe, compartilhe e ajude a levar essa mensagem a mais pessoas do estado.

Galeria

Na rua, no debate, com as pessoas

Monica Cury em entrevista de podcast
Retrato de Monica Cury
Monica Cury em evento ao ar livre
Monica Cury em encontro com apoiadores
Minha História

A educação mudou a minha vida. Agora, quero ajudar a transformar a vida de outras pessoas.

Olá, eu sou a Mônica.

Nasci em Tupã e perdi meu pai logo após o meu nascimento. Eu e minha mãe nos mudamos para Adamantina, onde ela conheceu aquele que se tornaria meu pai do coração e onde passei parte importante da minha infância.

Mais tarde, nossa família veio para São Paulo. Vivíamos em um bom bairro da Zona Norte, até que meu pai, metalúrgico, enfrentou um longo período de desemprego. A situação financeira mudou e nós tivemos que recomeçar no Jardim Peri, uma região periférica da cidade.

Foi nesse período que aprendi, muito cedo, o significado de trabalho, oportunidade e educação.

Aos 15 anos, comecei a trabalhar para ajudar a complementar a renda da minha família. Aos 18, entrei na Faculdade de Direito do Mackenzie. Depois, fui aprovada em concurso público para trabalhar no Banespa.

E tomei uma decisão que definiria boa parte da minha trajetória: investir o dinheiro que ganhava na minha própria formação. Estudei inglês, francês e fiz outros cursos porque acreditava — e continuo acreditando — que a educação é uma das ferramentas mais poderosas para ampliar as possibilidades de uma pessoa.

Eu vivi essa transformação.

Da vida profissional à política

Me formei, me casei, tive meus dois filhos e construí uma vida confortável. Mas, com o passar dos anos, minha insatisfação com os rumos do país aumentou. Decidi que reclamar não era suficiente.

Foi então que entrei para o Partido Novo e, em 2018, disputei pela primeira vez uma vaga como deputada estadual. Recebi 7.927 votos. Para mim, cada um desses votos representou não apenas confiança, mas também responsabilidade.

Entrei na política porque acredito que ela precisa voltar a servir às pessoas. E porque quero levar para a vida pública princípios que fizeram diferença na minha própria trajetória: educação, responsabilidade, trabalho e respeito ao dinheiro público.

Por que eu estou na política

Minha história começou com uma família que precisou recomeçar. Comecei a trabalhar aos 15 anos. Estudei enquanto trabalhava. Investi na minha formação e encontrei na educação um caminho para construir uma vida diferente.

É essa experiência que levo comigo para a política. Não acredito que o Estado possa escrever a história de cada pessoa. Mas acredito que boas políticas públicas podem abrir caminhos para que mais pessoas tenham liberdade e oportunidades para escrever a própria história.

Foi isso que a educação fez por mim. E é por isso que escolhi fazer dela uma das principais razões da minha vida pública.

EmpreendedoraGestora públicaMãe e voluntáriaPartido NOVO
52%

das eleitoras do país são mulheres

13%

das cadeiras nas câmaras são ocupadas por elas

30

o número do Partido NOVO na urna

30030

o número de Monica Cury na urna